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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

As cores quentes do Outono - 2019

Para a grande maioria a Serra da Estrela resume-se à neve e a um passeio de fim-de-semana.
Mas a Serra da Estrela é muito mais do que isso.
A Serra da Estrela é também sinónimo de vales encantados, imponentes e curiosas formações rochosas, miradouros com paisagens de cortar a respiração, bosques mágicos que parecem recortados de contos de fadas, lagoas deslumbrantes, óptima gastronomia e, sobretudo, trilhos de classe mundial.

E foi por alguns desses fabulosos trilhos que ontem (Domingo) nos aventurámos.
Palmilhar estes trilhos é descobrir algo de novo a cada instante, é sentir os odores da serra, é ver magníficos quadros e paletas de cores quentes harmoniosamente distribuídas, como não sentimos em mais lado nenhum.

Ontem (Domingo) experienciámos ainda, de forma intensa, as agruras da Serra, especialmente no "Corredor dos Mouros" onde fomos fortemente fustigados pelo vento e pela chuva, que não sendo intensa era sentida como se estivéssemos a receber alfinetadas.

Fizemos jus ao proverbio: "De são e de louco todos temos um pouco"!

Percurso circular, desenhado pelo Carlos Russo (CR BikeStudio), com cerca de 40 Km, com um D+ a rondar os 1 200 m, extremamente aprazível mas algo exigente em termos técnicos, especialmente na cumeada do "Corredor dos Mouros", onde se atinge a cota máxima e na envolvente da Mata de S. Lourenço, de onde descemos, por entre muros, até às fraldas da vila de Manteigas, para terminar em apoteose no Skiparque (Sameiro), onde iniciámos.

Um grande bem haja aos loucos que me acompanharam!

Ficam as imagens possíveis, de dia muito "bera", quer para pedalar quer para fazer fotografias.











Podem visualizar ou descarregar o Track AQUI

terça-feira, 28 de novembro de 2017

As Cores do Outono (2017)

A Serra da Estrela é um dos locais mágicos por onde passamos com alguma regularidade, seja no Verão, quando visitamos o "Mondeguinho" e o "Ti Branquinho", ou assistimos à passagem da "Volta", seja no pico do Inverno para sentir a neve no rosto.

Mas é no Outono que a Serra ganha uma amálgama de cores incríveis, de visita obrigatória.

Percorrer estes fabulosos trilhos em deslumbrantes cenários outonais há muito que passou a fazer parte do meu\nosso roteiro “bttistisco”.

Visitar a vila de Manteigas nesta época do ano é imperativo. Em especial a envolvente do Poço do Inferno, onde a estrada que conduz à cascata nos transporta para um crescente de cores e luz, na qual o verde vai cedendo lugar a um sem fim de tonalidades amarelo-torradas, douradas, laranjas e vermelhas que impressionam e a que haveríamos de juntar um surpreendente “singletrack” que nos faria regressar à orla direita do Zêzere.

A subida à Azinha, permite-nos uma visão de largo espectro sobre Manteigas e o Vale do Zêzere.

A passagem pela Mata de S. Lourenço (Rota das Faias) constitui o zénite do passeio. Aqui assistimos à maior explosão de cores do Outono, onde os tons amarelos e dourados se fundem numa intensidade surpreendente. A tudo isto ainda conseguimos juntar um assombroso "singletrack" que nos levaria directos a Manteigas.

O dia “bttististo” terminou no restaurante “O Olival” onde degustamos, sob prévia encomenda, uma bela “feijoca”, acompanhada de um elegante “Quinta dos Currais”, oferta do amigo Manuel Rodrigues.

Um grande bem-haja ao Leonel Alves, que veio propositadamente de Leiria para partilhar connosco estes trilhos fabulosos, extensivo à BIKESTUDIO que promoveu e ao Rogério Cunha, azarado do dia. 

 Algumas imagens:

















 
Podem visualizar ou descarregar o TRACK do percurso AQUI.