Alimentou fortunas e ruínas, dinheiro fácil que rapidamente se esfumou.
Cada filão descoberto, nas
entranhas da serra, era motivo para a expressão acima reproduzida e ainda hoje
em uso.
Era pão e pedra.
Doença e ruína.
Alimentou a máquina de guerra da Alemanha nazi, em função de interesses opostos
que António de Oliveira Salazar tão sabiamente impunha à neutralidade do País
no decurso da II Guerra Mundial.
O de Moncorvo, dizia-se, era o
mais puro do mundo.
Elemento químico que aparece na tabela periódica com o símbolo "W". Tungsténio.
Dito assim muito poucos o identificarão.
É conhecido no mundo rural como Volfrâmio.
Elemento químico que aparece na tabela periódica com o símbolo "W". Tungsténio.
Dito assim muito poucos o identificarão.
É conhecido no mundo rural como Volfrâmio.
Minas desactivadas à mais de três
décadas.
Ficaram as memórias e todo um
espólio patrimonial que o Município não está a saber aproveitar, como atractivo
turístico de excelência.
Um grande “filão” inexplorado!
Já por aqui tinha andado noutras ocasiões e sempre encantado com o que me era proposto.
Mas no imaginário ficava sempre a
pairar uma visita às galerias, nunca concretizada.
Sobretudo aos complexos de Cabeço
da Mua, Reboredo e Carviçais.
Aconteceu ontem. Não foi bem o que
tinha idealizado, mas andou lá muito perto.
Ficou a faltar uma incursão ao
complexo do Cabeço da Mua, pois a entrada principal encontrámo-la completamente
obstruída por silvas, que de forma ostensiva vão tomando como seu todo aquele fabuloso
património.
Em Carviçais mais uma agradável surpresa: A lindíssima Fonte do Gil, que não conhecia.
Concluída em 1735, o seu nome fica a dever-se ao proprietário do terreno onde está implantada.
De estilo barroco jesuítico, localizada a cerca da 200 m a sul da povoação à qual se acede por calçada de acentuado declive, depois da Casa do Abade e caracteriza-se por possuir um chafariz, tanque e lavadouros de granito, com duas "bicas" cilíndricas saídas de artísticos florões, encimado por dois pináculos e cruz. Espaço agradável e aprazível onde reabastecemos.
Destaque, ainda, para a colónia de morcegos que nos foi dado observar (e desassossegar) nas galerias da mina do Lagar Velho.
Em Carviçais mais uma agradável surpresa: A lindíssima Fonte do Gil, que não conhecia.
Concluída em 1735, o seu nome fica a dever-se ao proprietário do terreno onde está implantada.
De estilo barroco jesuítico, localizada a cerca da 200 m a sul da povoação à qual se acede por calçada de acentuado declive, depois da Casa do Abade e caracteriza-se por possuir um chafariz, tanque e lavadouros de granito, com duas "bicas" cilíndricas saídas de artísticos florões, encimado por dois pináculos e cruz. Espaço agradável e aprazível onde reabastecemos.
Destaque, ainda, para a colónia de morcegos que nos foi dado observar (e desassossegar) nas galerias da mina do Lagar Velho.
Um grande bem-haja ao Rui Daniel
pelo fabuloso dia de convívio que nos proporcionou.
Não posso deixar de mencionar o
estado de degradação e abandono a que está votada a Ciclovia\Ecopista do Sabor,
onde o desleixo e a falta de manutenção é total.
Intransitável.
É certo que esta infra-estrutura,
vocacionada para passeios cicloturisticos e pedonais, está implantada num meio
que não favorece minimamente a sua intensa utilização.
Um mau investimento, a exemplo de
tantos outros, pago com dinheiros públicos que merecia, em meu entender, um
pouco mais de cuidado por parte do promotor.
O dia terminou com uma aprazível deslocação à Foz do Sabor, onde viríamos a desfrutar de uma amena tarde de Verão!
Em termos velocipédicos não foi dos dias mais produtivos. Cerca de 43 Km, para um acumulado de subida a rondar os 900 m.
(Panorâmica sobre Felgar e a albufeira do Sabor)
(Festival Carviçais Rock - Pavilhão)
(Reforço alimentar)
(onde não faltou um vinho branco, devidamente acondicionado!...)
(Carviçais)
(Fonte do Gil - Carviçais)